Pesquisa revela que empresas proíbem uso de redes sociais

Pesquisa revela que empresas proíbem uso de redes sociais

Um estudo realizado por uma empresa de pesquisa de mercado de TI revela que as empresas proíbem o uso de redes sociais por seus funcionários. A pesquisa que ouviu 1,3 mil profissionais de TI de 11 países, incluindo o Brasil, mostrou que 53% das empresas bloqueiam completamente o acesso às redes sociais, enquanto outros 19% as restringem de alguma forma.

No geral, os dados colocaram as redes como a segunda atividade mais proibida, perdendo apenas para os programas de compartilhamento de arquivos (P2P). Outras atividades que aparecem na lista incluem jogos on-line, acesso a determinados sites, streaming de vídeo e serviços de mensagens instantâneas.

A pesquisa Riscos Globais de Segurança em TI, apurou que as redes sociais são vistas como uma das maiores ameaças à segurança, juntamente com diversas formas de compartilhamento de arquivos.

Quando perguntadas sobre as atividades mais perigosas exercidas pelos empregados, redes sociais foram citadas por 35% das empresas. As companhias estão preocupadas não apenas com a produtividade, mas com a segurança e isso define o escopo de atividades restritas dos funcionários, como foi detectado pelo estudo e mostrado nas conclusões apontadas pela pesquisa. “As redes sociais são vistas como uma das atividades que mais tomam tempo dos funcionários e, além disso, uma fonte potencial de ataques de malware e ameaça aos dados confidenciais.”

Devido a popularidade e as vulnerabilidades emergentes desse recurso on-line, as redes tornaram-se um dos principais canais de distribuição de malware. A vulnerabilidade mais notável no Twitter, por exemplo, leva a infecção por malware quando os usuários simplesmente veem uma mensagem infectada.

 

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