Operação Lava Jato aquece debate sobre corresponsabilidade das empresas nas informações trocadas via Skype

Operação Lava Jato aquece debate sobre corresponsabilidade das empresas nas informações trocadas via Skype

 

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No final de março, a Polícia Federal deflagrou a Operação Lava Jato, na qual identificou que alguns suspeitos de lavagem de dinheiro se identificavam por codinomes e evitavam ligações telefônicas convencionais, preferindo mensagens criptografadas de BlackBerry, diálogos via Skype ou troca de dados por Whatsapp em suas negociações. Tal uso da tecnologia reacendeu a discussão sobre o uso de ferramentas como o Skype no ambiente corporativo ou em negociações sigilosas ou delicadas. Diante disso, a Winco esclarece que o Skype continua sendo considerado uma ferramenta eficiente e com alto grau de confidencialidade, mas que, para garantir o seu uso adequado, as empresas devem  adotar soluções de controle e gravação como o Winco Talk Manager.

 

 

Apesar das tentativas de camuflagem, usando codinomes e programas considerados mais seguros em relação a telefonemas comuns para evitar o grampo, a Polícia Federal obteve autorização judicial para interceptar em tempo real dados trocados pelos investigados por Skype e outras ferramentas.  Para a realização da escuta de Skype foi necessária a colaboração da própria Microsoft, em atendimento a esta ordem judicial.

 

 

O Skype é uma ferramenta considerada segura quanto à confidencialidade da comunicação, graças à criptografia e outras técnicas de segurança utilizadas.  A privacidade oferecida pelo Skype é uma característica atraente tanto para empresas e pessoas físicas quanto para usuários mal intencionados, como no caso da operação Lava Jato.

 

 

Assim, a questão que se coloca para as empresas é como continuar usufruindo dos benefícios do Skype, garantindo a produtividade e evitando o risco de ser responsabilizada pelo eventual mau uso dado por alguns de seus funcionários. De acordo com o Código Civil Brasileiro, a empresa é corresponsável pelas ações ilícitas praticadas por seus funcionários com meios fornecidos por ela durante o horário de trabalho.

 

 

Pensando nisso, ferramentas de gerenciamento de Skype como o Winco Talk Manager (WTM),podem ajudar a reduzir esse risco, ao controlar e gravar o uso do Skype nas estações de trabalho. Com o WTM, o usuário tem conhecimento de que suas conversas são gravadas e monitoradas pela empresa. Assim, em caso de má intenção, o usuário evitará utilizar o Skype na empresa, reduzindo-se significativamente o mau uso do Skype corporativo.

 

 

“Com o Winco Talk Manager, as empresas podem controlar o acesso de cada um de seus usuários, bloquear a transmissão de arquivos, monitorar chats em tempo real, gravar todas as ligações via Skype e reproduzir chamadas pela web. A ferramenta viabiliza o uso corporativo do Skype de forma segura e eficiente”, explica Marcelo Diamand, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Winco.

 

 

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