Uma em cada 4 pessoas mantém fotos ou vídeos íntimos em smartphones

Uma em cada 4 pessoas mantém fotos ou vídeos íntimos em smartphones

Ironicamente, cerca de dois terços dos entrevistados se recusam a fazer compras online ou acessar internet banking, por julgarem dispositivos inseguros para tal.

Uma pesquisa realizada pela empresa de antivírus AVG mostrou que 25% dos usuários mantêm “fotos e vídeos íntimos” em seus smartphones e dispositivos móveis. A AVG entrevistou 5107 usuários do Reino Unido, Estados Unidos, França, Alemanha e Brasil.

Apesar dos riscos que isso possa representar – em caso de perda ou roubo do aparelho – a pesquisa mostra que 70% dos usuários que mantém seus “segredinhos” não tem conhecimento sobre aplicativos que podem apagar remotamente esses dados.

O número de usuários que mantém arquivos íntimos em seus dispositivos também é bastante alto, se comparado com os consumidores que relutam em realizarem tarefas sigilosas por meio de smartphones e tablets. Dentre os respondentes, apenas 35% utilizavam os dispositivos para compras online e 38% para acessar internet banking.

Ironicamente, a principal razão que faz com que os entrevistados não realizem compras online é a falta de segurança dos aparelhos. Segundo a pesquisa, quase 50% dos usuários sente que um smartphone não é tão seguro quanto um computador. Além disso, apenas 36% cogitaram acessar sua conta bancária por meio do celular, contra 78% que o fariam se fosse em um PC.

“Esta pesquisa demonstrou claramente que existe uma confusão na mente dos consumidores sobre o que é e o que não é seguro ou sensato fazer com um dispositivo móvel”, disse o CEO da AVG Technologies, J. R. Smith.

“Esta na hora da indústria acordar e começar a educar os consumidores sobre privacidade e segurança”, acrescentou. “Se isso não acontecer, os consumidores em geral permanecerão céticos sobre o comércio móvel, potencialmente desperdiçando bilhões de dólares de investimento em novos recursos. E fabricantes, redes e desenvolvedores terão de enfrentar a ira de consumidores lesados ​​quando sua privacidade digital for comprometida.”

Via IDG Now

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